Assim como as estações do ano reservam períodos típicos, já conhecidos pela humanidade deste planeta, tivemos na história períodos de grandes turbulências de várias espécies, ora religiosas, ora políticas, ora de causas naturais, buscando o aprendizado necessário e consequente evolução.
Com o período da pandemia, muitos espíritos foram direcionados a outros orbes, de acordo com a escala evolutiva em que se encontravam, assim foram reduzidas as vibrações e dando a forte impressão de que o tempo passa mais rápido, pela maior leveza ocasionada.
Muitos estão tendo a última oportunidade de reajustes, quitando suas dívidas de natureza moral, recebendo oportunidades de trabalho para o equilíbrio e consequente habilidades para darem saltos em suas escaladas evolutivas. O livre arbítrio é sempre respeitado diante das escolhas individuais.
Desde nossa criação, recebemos do Pai o que nos faculta para crescer e ao observarmos o progresso em diversas áreas da humanidade, destacamos a tecnológica e científica. Na moral ainda temos muito a crescer, observando comportamentos de rigidez social, apegos excessivos e desregramentos diversos.
Ainda necessitamos estar inseridos na religiosidade, que nos confere base e condicionamento favorável, afinal temos gravadas as leis universais em nossas consciências e estas destacam o amor como único e real caminho para alcançarmos os nossos objetivos. A prática da caridade é primordial, pois sem ela não há salvação.
Respeitar o nosso próximo, fazendo a ele aquilo que a nós gostaríamos que fosse feito é compreender que nada pode ser cobrado, pois ninguém está sozinho e sempre estamos amparados pelos nossos mentores e amigos espirituais que nos indicam, através da intuição, a melhor rota a seguir.
Sem adiar, busquemos fazer nossa reforma íntima, descartando medos, culpas, revoltas, apegos. A fé deve estar presente no nosso dia a dia, pois ela consolida a vitória sobre nós mesmos.