Na atual condição de vida neste planeta, já que existe vida em muitos outros, apenas os corpos são de diferentes formas. A fragilidade foi demonstrada nesta pandemia, quando muitos foram os jovens que desencarnaram e apesar desta experiência dolorosa, nada mudou a nível de união fraternal.
Todos temos uma programação de estágio na matéria, e este só é estendido em caso de o ser envolvido estar fazendo um trabalho importante e isto é levado em conta no momento.
É preciso compreender que Deus nos ama, dá-nos várias oportunidades de aprendizado e só depende de cada um de nós buscarmos ampliar a nossa visão, deixando de lado tudo o que fere a nossa consciência.
A incapacidade de compreender que na realidade somos UM, por isso a doença surgiu num determinado ponto e alastrou-se de forma total. Enquanto existir um irmão em sofrimento não poderemos nos sentir plenos e preparados para a nova fase de condução do planeta, a regeneração.
Oremos pelos que têm o coração endurecido, o que é incapaz de perceber que nem o poder, nem o dinheiro, nem o próprio corpo em que tem seu espírito ligado é seu; tudo nos é emprestado.
Se realmente estamos dispostos a participar deste momento glorioso de promoção do nosso planeta, devemos mudar nossas vibrações, de forma a pacificar nosso ser, perdoando àqueles que desconhecem que viver é amar e nos tornarmos exemplos a serem seguidos.
Lembremos de que a quem muito foi dado, muito será cobrado. A certeza de que somos seres espirituais experenciando uma vida carnal deveria dimensionar nossa relação com os nossos irmãos e a prática da caridade é a chave disponível a todos que estão sendo convocados a serem os trabalhadores da primeira hora.
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