Com as várias formas de conduta na busca desenfreada pelo consumismo, o ser menosprezou o bem de maior importância, aquele que nos concede a segurança do bem viver e hoje estamos observando a resposta que a mãe natureza demonstra através das evidentes formas de circunstâncias climáticas: aquecimento global, secas periódicas, ciclones e enchentes que provocam grandes perdas à todo o planeta.
Necessárias são as providências de recuperação da vegetação, diminuição do efeito estufa provocado pelos combustíveis fósseis nas indústrias e nos meios de transporte. Se cada ser buscar fazer a sua parte, compreendendo que nada é jogado fora, mas dentro da nossa casa planetária, que está pedindo socorro, deixaremos para a próxima geração uma esperança em dias melhores.
A poluição do ar está provocando doenças respiratórias, no mar está dizimando os peixes e toda uma comunidade aquática, inclusive as algas que são a fonte maior do equilíbrio do nosso sistema respiratório.
Conversar sobre este assunto com nossos jovens, que já vieram preparados para mudarem suas condutas, é de suma importância. Limitar o consumismo e fazê-los compreender que o ser precisa de maiores cuidados que o ter, afinal estamos estagiando na matéria um aprendizado de curta duração e tudo o que fizermos será registrado em nossas próprias consciências.
Neste momento de transição, os registros de calamidades serão intensos, para que cada ser desperte e tome a sua decisão. Nosso Pai nos concede o livre arbítrio, mas a cada um será dado segundo suas obras.
As sementes estão à disposição de todos, sem exceção, portanto ninguém poderá alegar falta de conhecimentos ou de insumos necessários para colaborar na mudança destas vibrações pesadas, hoje instaladas em todos os países do mundo.
Orando, vigiando e plantando, certamente colheremos frutos saborosos desta bendita semeadura.
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