Todos nós somos dotados de magnetismo e o ser que reconhece em si o poder da fé pode fazer o que os mais antigos chamavam de milagres: curas materiais e espirituais.
Na compreensão de que detemos a centelha divina e que esta nos liga de forma individual ao Pai, promovendo o que Jesus pronunciou e que nós também poderemos pronunciar e sentir: Eu e o Pai somos UM.
Mudando a postura e os pensamentos, buscando participar ativamente do processo de crescimento através dos estudos e das práticas de doações, nos tornaremos aptos a intermediar as energias revigorantes que estão à nossa disposição.
A maioria dos habitantes do planeta ainda preferem a sintonia das más paixões, neutralizando assim o que já poderiam conquistar como valores efetivos para sua evolução: as virtudes.
As crenças limitantes, resultado de antigos paradigmas e da ausência do autoamor fixam o ser à materialidade, gerando um mecanismo de ambição pelo ter e deixando-se perder na ganância, resultando em sua total falência moral.
Somos capazes de mudar esta condição precária e nos situarmos como os trabalhadores da nova era, onde o cooperativismo será norma de conduta e nada mais de orgulho ou egoísmo.
A nova condição de regeneração dará a todos a oportunidade de visualizar a luz de forma a se deixar envolver por ela e não mais acomodar-se às dores, resultados das próprias escolhas descabidas que poderiam ser evitadas, afinal apesar das tendências inferiores, assumimos novos compromissos para com a nossa própria reforma íntima.
Elevemos pois as vibrações, através de boas leituras, músicas, peças teatrais, filmes. A arte já teve e sempre terá papel essencial na condução do ser.
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