Praticar o bem, sem olhar a quem. Este deve ser o modelo de conduta de toda aquele que se diz cristão, afinal, o mestre Jesus recomendou que amassemos até os inimigos.
Aquele que só ajuda as pessoas da mesma religião, discriminando as demais, está mais perto do ponto de partida do que do ponto de chegada. Discriminar um irmão, já que todos somos irmãos perante nosso Pai, Deus, é não compreender a lei divina, que jamais deixa de fornecer o ar, necessário a todo ser que tem um corpo físico ou espiritual, estando encarnado ou desencarnado.
Ao doarmos o que há de melhor em nós em favor de um necessitado, seja de forma material, emocional ou espiritual, transferimos a energia que abunda em nós, por esta atitude seremos recompensados, portanto a forma de alavancarmos a nossa própria evolução é nos desvencilharmos de tudo o que podemos tocar, o que nos provoca a cobiça, e buscarmos a verdadeira riqueza que consiste nos valores que nem a traça, nem a ferrugem podem corroer, pois são virtudes, tais como a humildade, a amorosidade, a caridade.
São os pequenos gestos, que estão sendo observados por muitos, tanto do plano físico como espiritual que nos facultam a condução de energias motivacionais. Nossos pensamentos devem estar em constante vigilância, já que a mansuetude nasce na razão e traz mudanças que pacificam os corações.
Quando a humanidade deste planeta conseguir subtrair o egoísmo e o orgulho, tão dominantes nas atitudes gerais, gerando energias de práticas de total integração, doando, pacificando e amparando a todos, estaremos preparados para a regeneração planetária. Nesta fase de transição, a separação já está sendo conduzida, portanto devemos ficar atentos aos sinais e demonstrarmos com determinação e entusiasmo os nossos reais compromissos e objetivos.
Amorosidade constante, gentileza abundante, oração e vigilância, pacificação nas ações e pensamentos. Eis alguns pontos a serem trabalhados cotidianamente.
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