Quando nos deparamos com um irmão que apresenta uma doença mental, seja ela leve ou mais latente, devemos pensar que nada acontece ao acaso e que esse pequeno estágio nestas condições dará àquele ser as condições de depurar o seu espírito e, assim liberto, manter a sua rota de evolução.
Quem tiver condições de minimizar a dor desses irmãos que expiam como cadeirantes, vitimados pelas mais variadas doenças, devem fazer, pois assim revelarão o amor na forma da caridade em ação.
As famílias também absorvem a dor e o preconceito, pois estiveram unidas em delitos praticados em anteriores encarnações.
Nada acontece ao acaso e se a contabilidade dos homens é falha, a de Deus grava e não é Ele o cobrador, mas as consciências que querem limpar as suas almas impuras e cheias de remorso.
Busquemos a resignação a cada momento de nossas vidas e sigamos confiantes diante das mais variadas provações a que estamos condicionados, enfrentando com fé e louvor a todos os reveses da caminhada transitória.
Sigamos o exemplo de nosso irmão maior, Jesus, que pediu tão somente o amor, ao Pai e ao próximo como a nós mesmos. Com nossa consciência em paz, renovemos a cada dia o nosso compromisso de
união, revelando o ser consciente de suas obrigações, respeitando a todos, indistintamente.
Servir é lenitivo e contribui de forma efetiva para a depuração do nosso espírito. A seara está pronta, é preciso trabalhar e o trabalhador da última hora receberá o salário, doando o que há de melhor em favor dos que sofrem, pois são as virtudes que nos trarão a verdadeira evolução.
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