Assim como em tudo no multiverso criado por Deus, a natureza deve ser observada com o grande laboratório da vida. É nela que encontramos seres nas mais diversas fases de criação.
Os dinossauros, que há séculos foram extintos do planeta Terra, fizeram um trabalho importante e na hora certa tiveram que se deslocar para outros orbes. Assim podemos compreender que há um planejamento minucioso com relação a toda criação do Pai.
O homem, em sua fase inicial, manifestava o instinto como reminiscências de seu passado, ainda na fase animal. Hoje ainda, notamos seres completamente envolvidos por valores distorcidos, demonstrando estarem mais ligados aos instintos que a racionalidade, esta agressividade está incompatível com o que já receberam como forma de aprendizado e evolução.
Ao finalmente perceberem que devem fazer vibrar os sentimentos, libertando-se dos entraves que o mantiveram cativos, eles começam a ver no outro, não um adversário, mas um seu igual, que unidos são mais fortes e percebem o elo criatura/criador que os faz elevar as vibrações, concebendo o amor como meta a ser alcançada para o bem de todos.
Na busca incessante pela reforma íntima, iremos traçando uma rota de condução e a cada oportunidade, estando o ser encarnado ou desencarnado, vai conquistando a sua tão sonhada evolução.
Temos um modelo e guia a ser seguido e o seu evangelho a ser praticado a fim de atingirmos a plenitude de um ser integral, pacífico, amoroso, disciplinado e unido ao Pai, forte e capaz de fazer o que Jesus fez e muito mais.
Para esta construção se manter são necessários os tijolos da tolerância e do perdão. O cimento da amorosidade e todas as virtudes como acabamento impecável de um ser a caminho da luz.
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